Por dentro do primeiro listening club do Rock in Rio
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Por dentro do primeiro listening club do Rock in Rio

Em meio ao ritmo do festival, o Listening Club Personnalité oferece refúgio com som de alta qualidade e drinks autorais

Boa música e mixologia premium se encontram no maior festival do mundo. Para celebrar 25 anos de parceria do Itaú com o Rock in Rio, o Itaú Personnalité criou um espaço só seu no festival — o Listening Club Personnalité, primeiro listening bar da história do evento.

O espaço abriu as portas para quem quer curtir o Rock in Rio de um jeito diferente: um refúgio analógico entre um show e outro, com som em vinil e coquetelaria autoral.

O conceito de listening bar nasceu no Japão do pós-guerra, como espaços pensados para ouvir discos em sistemas de som de altíssima qualidade, em silêncio e sem pressa. A ideia atravessou décadas e virou tendência global — hoje espalhada por Nova York, Londres e São Paulo —, sempre girando em torno da mesma premissa: escuta atenta em vez de música de fundo.

No Rock in Rio, o formato ganha uma versão inédita, adaptada ao ritmo do festival. Os melhores momentos dos primeiros dias já mostram por que o espaço virou parada obrigatória.

Enquanto os grandes palcos vibram em alta intensidade, DJs residentes, especializados na cultura do vinil, prepararam sets inspirados no line-up de cada noite — ampliando o repertório de quem passou pelo festival —, com equipamentos de som mundialmente renomados.

Uma carta de drinks assinada por Tai Barbin, que mistura coquetelaria clássica com toques de brasilidade, acompanhou a trilha sonora. Os mais pedidos foram o Headliner (gin, xylopia, shrub de pepino, gengibre, endro e limão-siciliano) e o mocktail Side B (cordial de abacaxi levemente salgado, maracujá com gengibre, kombucha de hibisco e pimenta).

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A experiência é destinada a clientes Itaú na área VIP, e o acesso exige reserva antecipada pelo app do Rock in Rio. Cada sessão dura 30 minutos e recebe apenas 60 convidados por vez. Confira o line-up dos próximos dias:

Sexta-feira (11/09)

Future Grove: uma ponte entre gerações, com os sons marcantes dos anos 1970 e 1980 e a música eletrônica atual.

Sô Lyma + David Tabalipa: ela navega entre música brasileira, disco, house, pop, hip-hop e eletrônica; ele é sinônimo de precisão técnica e acervo refinado.

Sábado (12/09)

The Pop Club: o melhor do pop mundial reescrito sob uma ótica cool e refinada, solar e sem clichês.

Lysia + Lôu Cascudo: uma DJ em ascensão, com forte ligação com a cultura do vinil, que transita entre pop house, electro, breakbeat e jazz house; um DJ conhecido pela energia, irreverência e conexão com o público.

Domingo (13/09)

Indie Vanguards: a síntese entre o pop alternativo, a efervescência do indie e os instrumentos eletrônicos.

Bibi Grácio + Gustavo Keno: uma DJ criada na cultura hip-hop, misturando clássicos, raridades e sonoridades contemporâneas; um DJ que traz pesquisa e elegância para fechar a experiência.

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