Um sonho chamado “hideaway style of living”

Um sonho chamado “hideaway style of living”

Ter um paraíso para chamar de segunda casa representa o estilo de vida do momento: recolher-se na calma da natureza, mas perto da cidade

Se até um tempo atrás, ter uma casa no campo era sinônimo de investimento em patrimônio, o negócio tem se tornado cada vez mais um estilo de vida - que inclusive já ganhou nome: o hideaway style of living.

Esse termo traduz um movimento baseado em pausa e intenção, com uma certa reclusão marcada pela privacidade. São, em sua maioria, casas que seguem práticas sustentáveis e estão inseridas na natureza, absorvendo, e não interferindo, no layout original das propriedades. Lifestyle também faz parte da rotina, com esporte e práticas para se desconectar da correria do dia a dia, colocando a saúde e o bem estar como prioridade.

Olhando para o mercado, isso não é novidade. O que mudou é o equilíbrio: se antes essas casas funcionavam para férias ou feriados prolongados, o intervalo entre dias na cidade e dias nesses refúgios tem diminuído – ao mesmo tempo em que tudo ficou mais rápido, também há um aumento no número de profissões que permitem o trabalho remoto, o que facilita o jogo. Pare e pense: quando foi a última vez que você se sentou na grama e ficou simplesmente olhando para o céu, sem o celular? É isso que acontece nessas segundas casas, com uma frequência cada vez maior em um curto período de tempo.

Um dos representantes do movimento no Brasil é a JHSF, que soube como poucos oferecer uma série de empreendimentos que oferecem estruturas completas no melhor estilo hideaway living. Combinando hospitalidade e lifestyle, existem opções residenciais em Nova York, Uruguai e, por aqui, um dos maiores exemplos do movimento: o Complexo Boa Vista, que foi lançado em 2007 em Porto Feliz e hoje tem hotel, mercado, shopping, diferentes tipos de residências, condomínio, campo de golfe, clube de surfe. Um conhecimento de mercado absorvido ao longo de mais de cinco décadas pelo grupo.

“A segunda residência passou a ser percebida de uma forma mais ampla. Além da perspectiva patrimonial, existe uma valorização cada vez maior da experiência que o imóvel proporciona, da qualidade do entorno e das possibilidades que oferece,” diz Augusto Martins, CEO da JHSF.

Ele não vê um êxodo das grandes cidades, mas uma mudança na forma como as pessoas distribuem o tempo e escolhem onde querem estar. Um valor que vem menos da pausa e mais da possibilidade de decidir como usar esse tempo, em uma valorização de lugares que permitam experiências diferentes do dia a dia. “O papel desses lugares é justamente criar equilíbrio. Não acredito que as pessoas estejam querendo abandonar a vida que levam, mas em encontrar outras possibilidades dentro dela. O mesmo cliente pode valorizar a energia e a conveniência de São Paulo e, ao mesmo tempo, querer passar alguns dias em um lugar cercado pela natureza, com mais espaço, privacidade e tempo para a família. Eles não precisam competir com a vida urbana. O cliente de alta renda valoriza cada vez mais qualidade de vida, contato com a natureza e experiências que façam sentido para sua rotina.”

Seguindo essa premissa, surge um novo refúgio que representa muito bem esse estilo de vida: a Fazenda Santa Helena. O complexo em Bragança Paulista, a cerca de uma hora de São Paulo, ocupará uma antiga fazenda de laranjas, com mais de seis milhões de metros quadrados totais com um milhão e meio de metros quadrados de mata nativa preservada.

O lugar contará com diferentes tipologias residenciais em lotes a partir de dois mil metros quadrados, terrenos a partir de mil metros quadrados e impressionantes estâncias que começam nos vinte mil metros quadrados. Para esse bem viver, o projeto – de Sig Bergamin e Murilo Lomas com paisagismo de Maria João d’Orey – será repleto de alamedas arborizadas e uma série de diferenciais, entre eles: trilhas, circuitos de corrida, clube hípico com centro equestre, hotel e um campo oficial de golfe projetado por Jack Nicklaus, referência no assunto. É só escolher a melhor programação e curtir a natureza.

“A Fazenda Santa Helena nasce justamente dessa percepção, como um ambiente em que será possível desacelerar, estar próximo da natureza e, ao mesmo tempo, contar com infraestrutura, serviços, esporte, gastronomia e hospitalidade. O masterplan foi concebido para integrar esses elementos à paisagem, e não simplesmente implantá-los sobre ela,” diz Augusto.

O lançamento da JHSF representa a missão de um ecossistema em constante crescimento para acompanhar o público em todos os momentos da vida, com experiências conectadas entre eles. Não à toa, talvez o grupo seja um dos maiores exemplos do mercado brasileiro que não só encabeçou esse movimento e estilo de vida, mas que também ajudou a criá-lo e fundamentá-lo.

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